Por, Profº, Jeová R. Barbosa
1.Disseminação da Língua Estrangeira no Brasil
Nessa época a democratização do acesso a língua estrangeira (LE) no decurso dos anos 70, está intimamente ligada ao tema diversidade cultural que vem conquistando acentuada importância nos dias atuais. São muitos os conflitos de grupos sociais em proporção mundial e surgimento de práticas racistas advindas do preconceito, esteriótipos, intolerância cultural e a falta de eficiência de entender o processo acelerador das múltiplas culturas dos povos. Os muitos conflitos mundiais têm reabilitado o tema da multiplicidade cultural como prioridade em nível global. Assim sendo, o ensino de língua estrangeira deve apontar para uma perspectiva plurilíngue, que considera o caráter específico dos grupos sociais sediados em cada região do Brasil. Especialmente no sul do país, a colonização européia espandiu de maneira tal, a ponto de construir, no começo do século, núcleos bastante consolidados com idima e cultura firme nos países de origem, apesar das grandes dificuldades encontradas no âmbito da peleja pela a manutenção da identidade linguística.
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Em Santa Catarina, destaca a colonização dos alemães e intalianos, alem de outros, em menor grupo e isso caracteriza como uma sociedade plurilíngue. É imprescindível , portanto, levar em conta esse perfil cultural como essencial na definição das políticas de ensino de língua estrangeira (LE), porém, pode ser um segundo idioma estrangeiro, a língua do país de origem, cuja manutenção é essencialmente importante para a cidadania destes povos. Outro aspecto desafiador da inclusão da perspectiva inter-cultural pode ser o domínio "monolinguismo estrangeiro" ou a oferta exclusiva de uma determinada língua estrangeira na escola pública, o que é reflexo de uma orientação autoritária, no progresso da Educação brasileira.
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Em Santa Catarina, destaca a colonização dos alemães e intalianos, alem de outros, em menor grupo e isso caracteriza como uma sociedade plurilíngue. É imprescindível , portanto, levar em conta esse perfil cultural como essencial na definição das políticas de ensino de língua estrangeira (LE), porém, pode ser um segundo idioma estrangeiro, a língua do país de origem, cuja manutenção é essencialmente importante para a cidadania destes povos. Outro aspecto desafiador da inclusão da perspectiva inter-cultural pode ser o domínio "monolinguismo estrangeiro" ou a oferta exclusiva de uma determinada língua estrangeira na escola pública, o que é reflexo de uma orientação autoritária, no progresso da Educação brasileira.
No caso citado, por exemplo, a "segunda língua" não é uma língua estrangeira, mas pode ser uma segunda língua materna, a língua dos pais de origem, cuja à manutenção é fundamental para a cidadania destas populações. FIORI, Neide Almeida. Rumos do nacionalismo brasileiro nos tempos da segunda guerra mundial: o "nacional" e as "minorias" étnicas "inimigas". Caderno de Sociologia, v.4, n. especial, p.131-144, Porto Alegre,1993.
A posição do autor com respeito a língua estrangeira poder ser uma segunda língua materna ou do país de origem isso faz sentido, porém, nem sempre funcionou aqui no Brasil, devido as línguas dos países de primeiro mundo especialmente o inglês, ocupar lugar de segunda opção em nossas academias. Tal posição não é democrática, devido as escolas brasileiras sentir-se praticamente obrigadas inserir a língua iglesa no currículo escolar. Pois, o contexto socioeconômico , político, cultural, científico e religioso dos Estados Unidos no mundo, cobra dos países sub-desenvolvidos essa posição. Os anos 70 forem marcados também por manifestações culturais em torno da língua inglesa. Caetano Veloso gravou CDs com músicas em inglês e ao mesno tempo ao dar entrevista aos meios de comunicações dizia que a música inglesa fazia bem para sua alma. Surgem também neste período, as bandas de rock e outros estilos de música inglesa que estimulavam os brasileiros especialmente adolescentes e jovens sensibilizarem pela a língua. Os garotos afeiçoaram tanto pela a língua inglesa ao ponto de se orgulharem ao vestir camisatas com frases em inglês. Alem do que, instituições religiosas de várias modalidades, os Gideões, homens de negócios que investem em bíblias escritas em inglês, empresários americanos sediados aqui no Brasil, nome em comércio escrito em inglês e outros que seria impossíveis registrar nesse estudo. Os anos 70, apesar de não ter obtido muito êxito no tocante ao domínio prático da língua inglesa, contudo, pode ser tido como referencial da língua inglesa no Brasil. Nesse momento o universo acadêmico no Bralil desperta para as línguas estrangeiras e por questões diplomáticas priorizam a língua inglesa. A língua portuguesa estava esquecida, a oficialização dela como a principal língua foi o tema forte da política de Getúlio Vargas.
FORMAÇÃO DO AUTOR
FORMADO EM LETRAS PELA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO TOCANTINS (UNITINS; - PÓS-GRADUADO EM LÍNGUA INGLESA PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO TOCANTINS; - TÉCNICO EM MAGISTÉRIO PELO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DE GOIÁS, IEG; - FORMADO EM TEOLOGIA PELA ETAD E CPLM, NÚCLEO DE FORMAÇÃO PARA MINISTROS EVANGÉLICOS.
O POPULISMO DA LÍNGUA INGLESA NO BRASIL NA DÉCADA DE 70
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